sexta-feira, 18 de maio de 2012

Fotógrafo alemão capta momentos de união de espécies em fotos impressionantes


Todos sabemos que a composição de imagem é quase tudo na fotografia. O fotógrafo alemão Ingo Arndt usa e abusa dessa arte, clicando momentos especiais na natureza em que os animais estão aglomerados, todos juntos e bem perto um do outro, criando imagens impressionantes.

Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a preservação das espécies, Arndt captou cada detalhe da união de várias delas, que juntas, buscavam se reproduzir, migrar, ou sair em buscar de alimentos. Aja paciência para organizar um trabalho assim, não é mesmo? Porém o resultado ficou belíssimo e você confere logo abaixo.

















Fotógrafa cria série de fotos com brinquedos nostálgicos da infância

Fonte: Blog da iPhoto

Você se lembra do seu brinquedo preferido? Cada ano que passava, sempre havia um lançamento que chamava atenção e animava as tardes das crianças, nos marcando até hoje com memórias felizes.

A fotógrafa Julien Mauve usou e abusou de brinquedos que marcaram a infância de muita gente para realizar essa série de fotos intitulada Back to Childhood. Com imagens que mesclam nostalgia e beleza, a fotógrafa utiliza brinquedos famosos com cenas do dia-a-dia de adultos normais. Uma maneira divertida e criativa de nos fazer lembrar de nossas infâncias. Confira.














Nikon lança nova lente: AF-S NIKKOR 28mm f/1.8G

Fonte: Blog da iPhoto



Depois de tantos lançamentos de câmeras Nikon esse ano, chegou a vez das lentes. Pra você Nikonzeiro, é uma grande notícia: o novo brinquedinho da vez é a grande angular AF-S NIKKOR 28mm f/1.8G.

Repleta de qualidades, a nova lente conta com um ótimo foco, bastante nítido, e aquele desfoque de fundo clássico desse tipo de lente. Com uma distância focal e abertura máxima de f/1.8G chama atenção pela ótima qualidade de imagem. Autofoco silencioso, pois contém o Motor de Onda Silencioso (SWM) e garante uma bela precisão para fotografias e vídeos em HD.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Conheça a câmera fotográfica mais cara do mundo

Fonte: Tec Mundo

Vendida por mais de dois milhões de euros, a câmera Leica Null-Serie foi fabricada na década de 20.

A Leica é bastante conhecida pelas câmeras fotográficas que produz: elas possuem ótima qualidade e, normalmente, um preço bem salgado de acompanhamento. E para confirmar esta caracterização, a máquina mais cara vendida até hoje é exatamente uma Leica Null-Serie, que foi comercializada pela bagatela de 2,16 milhões de euros (algo como 2,78 milhões de dólares).

A venda da câmera 35mm fabricada em 1923 aconteceu no leilão WestLicht Photographica, em Viena. A qualidade da máquina — que funciona normalmente, apesar dos vários anos de existência — pode ter sido um dos motivos para que a venda atingisse esse valor recorde.

No entanto, o quesito “raridade” também pesou para o resultado: o aparelho faz parte de um “pacote” de 25 protótipos produzidos na década de 20, denominados de Null-Serie ou 0-Series. Destas, apenas 12 sobreviveram até os dias atuais.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Nikkor 6mm f/2,8 Fisheye – uma raridade

Fonte: Meio Bit Fotografia

Por: Gilson Lorenti




As raridades no mundo da fotografia ainda existem. E não estou falando das câmeras coloridas da Pentax ou as edições especiais da Leica. Estou falando de equipamentos que são tão bons que o alto custo inviabilizou a produção em massa do mesmo. Uma dessas raridades é a EF 1200mm L USM f/5,6 da Canon. Outra delas é a Nikkor 6mm f/2,8 Fisheye da Nikon, que pode ser considerada a lente olho-de-peixe mais potente do mundo.

Ela foi anunciada ao público em 1970 e entrou em produção em 1972, porém só era fabricada por encomenda. Esse fato, e o alto preço do produto, fez com que muito poucas lentes fossem produzidas. Existem poucas pessoas no mundo que viram uma dessas pessoalmente e o seu valor de revenda nos dias de hoje chega a £100,000. Mesmo levando em conta as lentes produzidas atualmente, não existe uma que chegue até o seu ângulo de visão e com essa generosa abertura de diafragma.

Ela foi desenhada para cobrir a área total de um filme fotográfico, pesa 5,2 Kg, mede 236mm de diâmetro e tem distância mínima de foco em 0,25m. Na semana passada foi postado um vídeo no youtube mostrando o primeiro teste dessa lente juntamente com uma Nikon D800. Como ela possui um ângulo de visão de 220º, em alguns momentos é possível ver até um dos pés do tripé. Uma maravilha reservada há alguns poucos privilegiados.



Leica M Monochrom e outros lançamentos

Fonte: Meio Bit Fotografia

Por: Gilson Lorenti

E aproveitando a falta de lançamentos de grande impacto, a Leica aproveita para colocar no mercado suas novas câmeras fotográficas. Alguns podem dizer que é um pouco mais do mesmo, mas a empresa alemã ainda possui a sua relevância dentro do mundo da fotografia, mesmo que a qualidade de imagem não seja mais uma exclusividade da empresa. Antes de falarmos das novas câmeras, cabe aqui um apontamento. Está cada vez mais difícil se destacar no mundo da fotografia digital. Temos muitos equipamentos com ótima qualidade e recursos tecnológicos muito interessantes. Nesse ponto fica complicado manter o nível das vendas de câmeras. Pouca coisa muda de um modelo para o outro, e as empresas vivem de renovar suas câmeras anualmente.

Pensando nessa diferenciação, a empresa coloca no mercado a Leica M Monochrom, uma rangefinder digital que faz fotos apenas em preto e branco. Muito bem, pode parecer uma coisa esquisita, mas tem um fundo de lógica. Tem muita gente da velha guarda que só fotografava com filme preto e branco que acha um verdadeiro estupro você fotografar em cor e depois converter no Lightroom. Segundo eles você tem que pensar a imagem em PB na sua captura e não escolher posteriormente. Eu acredito que cada um tem o direito de definir a sua maneira de fazer arte, mas essa é uma discussão que não tenho vontade de participar. Prefiro converter meus arquivos PB controlando os canais de cores. É mais confortável.

A nova câmera é equipada com um sensor CCD fabricado pela Kodak com 18 megapixels de resolução máxima e com sensibilidade ISO variando de 320 (?) a 10.000. Assim como alguns sites americanos e europeus já apontaram, esse sensor parece ser o mesmo que já equipava a Leica M9, portanto não deve ter muitas novidades quanto a qualidade de imagem. A câmera possui um design muito parecido com as rangefinders anteriores da empresa, inclusive com o visor LCD de apenas 2,5 polegadas com 230 mil pontos de resolução. Mesmo com essas características a Leica não teve pena do consumidor e cravou um preço de US$ 7.950,00 para o equipamento. A Leica garante uma nitidez elevada já que o equipamento não possui o filtro de anti-aliasing. Olha a Nikon fazendo escola.




Outra câmera anunciada pela empresa é a nova compacta X2 com seu sensor APS-C de 16 megapixels. A câmera é muito parecida com a sua antecessora, só que agora conta com um view finder opcional. A câmera possui uma lente fixa de 28mm com abertura máxima de diafragma em f/2,8 e visor LCD de 2,7 polegadas com 230 mil pixels de resolução. Uma câmera interessante para quem quer ter uma Leica sem gastar uma verdadeira fortuna. Embora o preço oficial não tenha sido revelado, a mídia especializada está apostando em US$ 3.000,00 para o equipamento.



Finalizando, temos o conjunto que apenas alguns poucos sortudos no mundo vão conseguir pagar. Estou falando da edição especial Leica M9-P Edition Hermès. Trata-se de uma edição super exclusiva feita em parceria com a casa parisiense Hermés. Além de algumas mudanças no design do equipamento, temos uma tira de couro que envolve a câmera e, segundo a empresa, é feita com material de alta qualidade e colocada manualmente em cada câmera. É possível comprar uma versão econômica da câmera que acompanha a Leica Summilux-M 50 mm f/1.4 ASPH ao custo de £18,000. Serão fabricadas apenas 300 unidades dessa versão.



A versão completa vai vir em uma caixa de luxo e vai se chamar Edition Hermès« – Série Limitée Jean-Louis Duma. Na caixa teremos a câmera, as lentes Leica Summicron-M 28mm f/2 ASPH, Leica Noctilux-M 50mm f/0.95 ASPH e uma Leica APO-Summicron-M 90mm f/ 2 ASPH. Também temos no kit alguns livros informativos e uma bolsa personalizada. O custo do conjunto fica em £36,000 e serão fabricadas apenas 100 unidades.

Satélite russo registra maior foto já feita da Terra, com 121 megapixels

Fonte: Surgiu

Cada pixel da imagem corresponde a 1 km de distância. Fotografia parecida é feita a cada meia hora para monitorar o clima.




Uma imagem feita a partir de um satélite meteorológico russo é apontada como a maior fotografia do planeta Terra feita em apenas um clique. O "fotão" tem 121 megapixels, e cada pixel corresponde a 1 km de distância.

Segundo as informações da agência espacial russa, a Roscosmos, o satélite faz uma foto desta a cada meia hora para monitorar mudanças climáticas. A imagem é feita usando-se uma combinação de ondas visíveis e próximas ao infravermelho, para que a vegetação apareça em vermelho em vez de verde, como é mais comum.

A Nasa e outras agências espaciais eventualmente divulgam fotografias semelhantes do planeta, mas elas geralmente são feitas usando uma composição de várias imagens.