segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Nikon lança câmera fotográfica à prova d’água

Seg, 19 de Dezembro de 2011 00:00
Redação




A Coolpix AW100 também é resistente a choques e congelamento, além de contar com GPS e bússola eletrônica.
A Nikon está lançando a Coolpix AW100, câmera à prova d’água que, além de ser resistente a choques e congelamento, vem com GPS e bússola eletrônica. Disponível nas cores branca, laranja e preto, a câmera foi pensada para permitir o registro de momentos inesquecíveis e arriscados.

Sua tela LCD Clear Color de alta resolução de 3”, garante ótima visualização. A lente de cristal NIKKOR com zoom ótico de 5x e sensor CMOS de 16.0 megapixels fazem a composição ideal para fotografias em situação de baixa luminosidade.
Entre seus recursos estão o GPS, que combina pontos de interesse (locais, pontos turísticos, etc.) com dados de localização (latitude e longitude), para que as fotos contenham as informações exatas de onde foram tiradas. Essas informações são obtidas até mesmo quando nenhuma foto está sendo tirada; portanto, é possível gravar a rota traçada e exibi-la no monitor LCD como ponto de referência. E quando as fotos forem reproduzidas na própria câmera, é possível visualizar no mapa o local em que cada uma foi tirada. Para completar, a bússola eletrônica, permite a gravação da orientação da câmera.
A variada seleção de efeitos especiais facilita o registro de imagens para quem está em constante movimento. O Modo de Cena Subaquático, o Sistema de Retrato Inteligente, 20 Modos de Cena e o Sistema de Rastreamento de Pessoas/Objeto são alguns exemplos dos benefícios desse modelo. E, graças ao Controle de Ação, é possível navegar entre as várias funções dessa câmera com apenas uma das mãos.
O modo de Fotografia Contínua de alta velocidade captura três fotos em aproximadamente um segundo na resolução máxima. Já o EXPEED C2 auxilia na melhora da qualidade da imagem e aumenta a velocidade de processamento. A câmera também grava vídeos em Full HD (1080p) com som estéreo.

Galeria Archidy Picado encerra o ano com exposição do fotógrafo João Lobo


Fotografo João Lobo

Uma visão particular do caos urbano. Assim o fotógrafo paraibano João Lobo define sua mais nova exposição, "Across Lens”, que será aberta nesta quarta-feira (21), às 20h, na Galeria Archidy Picado da Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego. O projeto envolve, ainda, lançamento de vídeo e livro. A mostra (a última do ano na galeria) pode ser visitada até o dia 7 de janeiro. A entrada é gratuita.

Em meio a brumas, volumes e movimentos, alguns dos elementos explorados pelo fotógrafo em "Across Lens”, a exposição conta com 17 imagens e marca o retorno de Lobo à cena cultural paraibana. Nas fotografias, saltam personagens e situações que teimam em não se deixar capturar pela câmera, como se a realidade escapasse à tentativa do artista em fixá-la na imagem.

Esta recusa, no entanto, não se trata de incapacidade ou de fracasso do artista. Ela faz parte de suas intenções, explicitadas pelo título da mostra (que se traduz como "através da lente”). "O título faz referência à visão indireta. Ver por um suporte e, neste caso, sem a nitidez explícita. Uma recriação no modo de ver, do meu modo de ver”, explica.

A busca é talvez a única constante na obra do fotógrafo. E, desta vez, a busca o levou a um ambiente pouco artístico. "Este trabalho é bastante complexo”, diz a curadora da exposição e diretora do Instituto de Arte Contemporânea (IAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a artista plástica Bete Gouveia. "Ele se expressa nos intervalos entre o olhar e ação, e atua no que chamei de mundo maciço – esse mundo do trivial, do comum, do raso, sem profundidade. É esse mundo que ele encontrou no caos do centro urbano. As imagens, no entanto, mostram o amadurecimento interno de João Lobo, pois sua ação no tempo e no espaço captura essa fragmentação do instante, como se a imagem se descongelasse na foto”, completa.

**Sobre o artista –**João Lobo nasceu em 1958, em Brejo do Cruz/PB. Por mais de três décadas atuou em jornais e agências de publicidade. Publicou os livros "Apesar de Sertão”, "Corpo e Alma” e "O Essencial é Invisível”. Teve sua obra selecionada para a Coleção Senac de Fotografia. Participou de mostras individuais e coletivas em diversas cidades do país e em outros países, como Portugal, Espanha, França, Argentina e Chile. 

Fotógrafo João Bittar morre, aos 60 anos, em São Paulo

Redação Portal IMPRENSA | 19/12/2011 08:49 

 João Bittar

O fotógrafo João Bittar, de 60 anos, morreu devido a um ataque cardíaco fulminante, no domingo (18), em São Paulo, informa a Folha de S.Paulo.

Bittar iniciou a carreira aos 17 anos e passou pelas redações das principais publicações do País, como a Folha, Gazeta Mercantil, Exame, Veja, IstoÉ e Diário de S.Paulo.

Na Folha desde 1984, assumiu o cargo de editor de fotografia do jornal, após uma década de trabalhos, e auxiliou na implementação do processo de digitalização fotográfica do acervo.

O fotógrafo dedicava-se, atualmente, à agência que criou em 1985, a Angular Fotojornalismo. Ele deixa três filhos - Thays, André, e Marina -, e a esposa,  Heloisa Ballarini, também fotógrafa.

Seu corpo foi velado no Cemitério do Araçá, na tarde de domingo, e, na manhã desta segunda-feira (19), foi levado para o crematório na Vila Alpina.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Fotógrafo cria imagens 'vintage' com lente de 102 anos

Câmera digital profissional lançada em 2008 teve de ser adaptada para receber relíquia
por Redação Galileu


O fotógrafo
Timur Civan precisava realizar um projeto que exigia fotografias com aparência envelhecida. Após planejar tirar as fotos com uma câmera antiga, os altos custos de aluguel de equipamento e processamento dos filmes o fizeram desistir.
Mas um amigo descobriu uma lente de Wollensak 35mm F5.0 de 1908 em uma caixa de peças antigas. Os dois conseguiram acoplar a lente a uma câmera digital Canon EOS 5D, lançada em 2008, para obter o resultado 'vintage' que queriam. Veja algumas fotos abaixo
As fotos foram tiradas na região da Times Square, em Nova York (EUA)


Câmera digital com a lente de 1908 adaptadat
Imagem registrada com lente de 1908 tem visual 'vintage'
As fotos foram tiradas na região da Times Square, em Nova York (EUA)

Foto mais cara do mundo custa mais de 4 milhões de dólares

Imagem do Rio Reno, na Alemanha, foi feita pelo fotógrafo Andreas Gursky em 1999
por Redação Galileu






A imagem acima, feita pelo alemão Andreas Gursky no Rio Reno, em 1999, bateu o recorde de foto mais cara do mundo. A casa de leilões Christie’s, nos EUA, vendeu “Reno II” por US$ 4,3 milhões na semana passada. Você deve estar se perguntado: o que há de tão especial na foto de um rio e um pouco de grama? Por que o preço é tão alto?

A explicação não é tão clara. Primeiramente, não é muito incomum um trabalho de Gursky ser vendido por milhões de dólares. Por exemplo, a peça “99 Cnet II Diptychon”, reproduzida abaixo, foi leiloada por US$ 3,3 milhões. Outro fator pode ser a raridade da foto. Só existem seis cópias, sendo que três estão em grandes museus públicos (MoMA, Tate e Pinakothek der Moderne).



“Reno II” tirou o título de foto leiloada pelo preço mais alto do mundo de “Untitled #96” (abaixo), fotografia de Cindy Sherman, vendida por US$ 3,89 milhões.

Câmera encontrada no mar mantém fotos intactas

Mergulhador encontrou o equipamento no Canadá
por Redação Galileu

O mergulhador Marcus Thompson estava trabalhando no Canadá quando descobriu uma câmera fotográfica da marca Canon perdida do fundo do mar. O surpreendente foi que cerca de 50 fotos foram recuperadas do cartão de memória.

 Após um ano no mar, imagens registradas por câmera fotográfica ficam intactas.//Crédito fotos: Markus Thompson

As imagens datadas de agosto de 2010 mostravam, segundo descrição de Thompson, um bombeiro passando férias com sua família.
O mergulhador postou as fotos na rede social Google+ na tentativa de achar o proprietário da máquina. Uma pessoa que diz conhecer o dono do equipamento entrou em contato dois dias depois.
Thompson espera, agora, reunir o bombeiro para entregar as fotos e contar essa história curiosa. Algumas dessas imagens foram divulgadas na internet, mas não estão mais no ar.

Veja outras imagens do equipamento resgatado no fundo do mar:





 

Fotógrafo captura rastro de Estação Espacial e Júpiter

Júpiter deixa o rastro mais brilhante, cruzando atrás da torre da igreja e se dirigindo para o horizonteFoto: Mark Humpage/Caters /BBC Brasil

O fotógrafo britânico Mark Humpage produziu uma foto noturna de longa exposição em que conseguiu capturar as trilhas de luz deixadas pela Estação Espacial Internacional, o planeta Júpiter e estrelas do céu. Humpage, famoso por suas imagens do céu e de paisagens, aproveitou o clima ameno da Grã-Bretanha para esta época do ano, e acampou durante a noite do último domingo no pátio da igreja de Misterton, em Leicestershire.
"Eu tinha planejado (a foto) neste local há algum tempo e só estava esperando pelas condições ideais - sem nuvens, sem Lua e céu limpo", afirmou o fotógrafo. "A igreja de Misterton com seu cemitério assustador e esta árvore formam um ótimo primeiro plano", escreveu o fotógrafo em seu website.
"Se você olhar atentamente entre a ponta da torre da igreja e a árvore, você vai ver a Estação Espacial Internacional (EEI) cruzando os arcos dos rastros deixados pelas estrelas", disse Humpage. Júpiter, por sua vez, deixa o rastro mais brilhante, cruzando atrás da torre da igreja e se dirigindo para o horizonte.
O fotógrafo usou um cabo remoto em sua câmera para fotografar de forma contínua o céu noturno durante um período de 11 horas. Neste intervalo, Humpage fez 2,7 mil imagens com uma lente grande angular, que ele usou para formar esta imagem.